Crimes e Magia Negra

Observações

Qualquer tipo de Magia não existe até que se prove o contrário; Qualquer tipo de ser mitológico ou místico maléfico ou benéfico não existe até que se prove o contrário; Acreditar em qualquer tipo de Magia é excluir a lógica e adentrar na ignorância; A cultura brasileira está repleta de religiões que conduzem cultos macabros perigosos;  Rituais de Magia Negra já causaram sequestros, tortura, canibalismo, homicídios, mortes desnecessárias de animais que são espalhados pela rua, abuso sexual, incesto, pedofilia, uso de drogas por maiores e menores de idade; Se este artigo ofende alguma religião praticante de meios cruéis, este autor não se importa.

BREVE PASSEIO PELA HISTÓRIA

Desde os Antigos Egípcios, Sumérios e Povos Babilônicos, a Magia Negra em seu termo genérico engloba qualquer rito influenciado por força sobrenatural maldita e pode ser encontrada em diversas religiões, seja envolvendo o próprio Demônio ou um simples Vodu. Já no século XV com a Inquisição da Igreja Católica na Europa, os hereges foram caçados e as mulheres acusadas de bruxaria exterminadas pelo manual de caça às bruxas Malleus Maleficarum. Parte da população mundial crê em algum tipo de feitiçaria na atualidade, e muitos praticam.

Algumas seitas dos caminhos da mão esquerda (como Templo de Set, Ordo Templi Orientis, Order of Phosphorus, Dragon Rouge) se baseiam em interpretações dos grimórios de Aleister Crowley (Golden Dawn, Thelema). Misturam estes ensinamentos juntamente com dogmas da Sociedade Teosófica de Madame Blavatsky, Misticismo Tibetano, Alquimia, Hermetismo, Gnosis, Esoterismo, Cabala,  Igreja de Satã de Anton LaVey, entre outros. Estas sociedades e seus ensinamentos ainda perduram.

A mistura confusa de diferentes crenças apenas demonstra não haver uma resposta definitiva sobre as regras do mundo sobrenatural, e que indivíduos com mentes imaginativas criam sistemas absurdos de acordo com a própria vontade. Basicamente, o ser humano encontra um significado ilusório para expressar os próprios sentimentos.

Crowley e Anton LaVey
Crowley, Baphomet (pelo ocultista Eliphas Levi) e LaVey

CRIMES

Muitos “feitiços” geram atos maldosos. O assunto não é discutido entre as autoridades policiais pela falta de conhecimento e interesse, porém, quando a religião não respeita a liberdade individual, seja esta animal ou humana e demonstra sua intenção de causar malefícios a outros, algo deve ser feito pois nada de místico existe ali, apenas transgressores da moralidade e, em casos graves, da lei. Fazer uma oração ou virar as costas para o problema não o faz desaparecer com um simples abrakadabra ou hocus pocus. Abaixo, alguns exemplos internacionais de crimes com tendências satânicas que chamaram atenção da mídia, com links:

Diferente das raízes pagãs ocidentais, o Brasil concentra uma cultura de Magia africana controlada por Pais ou Mães de Santo. Candomblé, Quimbanda, Umbanda, o “batuque” em geral, e em alguns casos os praticantes agem de má fé. Neste solo já beijado pelo Papa, inúmeras reportagens sensacionalistas expuseram o terror vivenciado por muitas vítimas de sacrifício para cerimônias. Eis aqui alguns exemplos com links:

MOTIVAÇÕES E CONCLUSÃO

Como visto, a criação de cultos com filosofias luciferianas serve como objetivo para expressar a própria impulsividade de sexo e selvageria ou se libertar de forma radical dos paradigmas sociais conservadores. Toda via, deve-se ressaltar que nem todos os satanistas creem na personificação física do Diabo, alguns membros apenas seguem os conceitos ideológicos arquetipados nos seres humanos como meio de vida. Estas pessoas não precisam de exorcistas, mas sim de psiquiatras. No Brasil e América Latina, a desculpa mais usada ao se cometer um sacrifício humano seria a possessão por Orixás, em nome da vingança e do dinheiro.

Os adeptos de qualquer credo deturpado que prega atitudes imorais e admira o mal, não são sujeitos saudáveis psicologicamente, e isto só não é percebido por conta de um perímetro invisível instaurado pelo politicamente correto que torna qualquer religião intocável. Embora os temas aqui descritos não façam parte da vida de muitas pessoas (que parecem desdenhar um assunto de tamanha importância), estes crimes ocorrem ocultamente com divulgações midiáticas superficiais, dificultando seu entendimento pelo grande público leigo.

Para Carl Jung os símbolos representam as emoções humanas e a necessidade de dar significado à elementos da vida. Na área da Semiótica, em diferentes culturas os símbolos são subjetivos e muitos utilizam de pares binários opostos: Luz e Trevas, Céu e Inferno, Homem e Mulher, etc. Estes pares apontam a busca pelo Certo e Errado, Esquerda ou Direita, Sim ou Não, que lado pretendemos seguir. Ao escolhê-lho, o ilustramos  com um símbolo representativo da nossa verdade, ou seja, daquilo que damos significado. Infelizmente, muitos optam pelo caminho do mal.

Appel

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Ritual de Magia Negra no Brasil
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